O que fazemos?

Esta Comunidade dedica-se a duas áreas de missão: Capelania Militar e paróquia de Palhais/Santo António.

Foto de família


As intencionalidades que presidiram à opção pela Fundação Passionista, em Palhais (Barreiro) foram: 1ª: a intencionalidade clara de ser uma casa que acolhesse estudantes para estudarem em Lisboa; 2ª: os interesses da Igreja Diocesana eram claros, fundamentando-se, para seu interesse também, no espírito do Concílio; 3ª: foi significativa a unanimidade dos Religiosos Passionistas sobre a conveniência e oportunidade desta nova Fundação, lá para os lados de Lisboa ou Setúbal. Superadas as alternâncias históricas da fundação em Palmela, Almada ou na Quinta do Anjo, os Missionários Passionistas, finalmente, radicaram-se na paróquia de Palhais (Barreiro).
Resolvidos todos os trâmites com as autoridades religiosas, os Missionários Passionistas P. José Queirós (pároco), o P. Marcos Fachini (Coadjutor) e o Irmão Joaquim, entraram oficialmente na Paróquia no dia 09 de Julho de 1967, dia em que na Congregação se celebra a memória de Nossa Senhora, Mãe da Santa Esperança., e no dia 13 de Julho de 1967 passaram a residir, definitivamente, em Palhais, na Quinta da Várzea.
Hoje, os Missionários Passionistas encontram-se em casa própria, cujo primeiro Contrato ou Promessa de Compra e Venda se realizou no dia 27 de Novembro de 1981. O local é-nos indicado pelo Superior Vice-Provincial, P. Joaquim Gonçalves Vieira da Cruz, que enviou uma carta, no dia 12 de Março de 1982, ao Bispo de Setúbal, D. Manuel da Silva Martins, e na qual comunicava: “A Província Portuguesa dos Missionários Passionistas tenciona adquirir uma residência própria na Paróquia de Palhais, Santo António da Charneca, e, por conseguinte, abrir ali uma fundação religiosa”. É a primeira vez que se fala em Santo António da Charneca!
O reconhecimento da erecção canónica como Casa Religiosa, a Casa de Palhais – Santo António, foi dado em Roma, no dia 14 do mês de Abril de 1982, pelo Superior Geral, P. Paulo M. Boyle.