III Centenário da Congregação da Paixão de Jesus Cristo (Passionistas)

A Congregação da Paixão de Jesus Cristo (Passionistas), dá hoje início às celebrações dos seus 300 anos de vida. Deste modo, com 3 séculos de vida, a Congregação quer que seja também um ano Jubilar e que se prolongar até ao dia 1 de janeiro de 2022.

 Desde há 300 anos, os Passionistas anunciam a Paixão de Jesus Cristo como a maior expressão do amor de Jesus por toda a humanidade e pela criação.

O tema do Jubileu: “Renovar a nossa missão: gratidão, profecia e esperança”.

Sobre o tema do Jubileu, o Superior Geral dos Passionistas, P. Joachim Rego, explicou desta forma o espírito das celebrações jubilares:

“Será uma ótima oportunidade para aprofundarmos o nosso compromisso de manter viva a memória da Paixão de Jesus como a maior expressão do amor de Deus para com todos os povos e toda a criação, e encontrar novas formas para promover a Memória da Paixão do Senhor (Memoria Passionis).”

Durante o Jubileu não estão previstos grandes eventos, com exceção do Congresso Internacional, sujeito ao tema “A sabedoria da Cruz num mundo plural”, que terá lugar em Roma, na Universidade Lateranense, entre o dia 21 e 24 de novembro de 2021.

A data do início do Jubileu, 22 de novembro de 2020, faz referência ao dia em que Paulo Danei, um jovem de 26 anos, abandonou a atividade do comércio, junto de seu pai e começou um retiro de 40 dias num pequeno compartimento da Igreja de São Carlos, em Castellazzo (ALESSANDRIA). Durante este tempo, escreveu as Regras da futura Congregação. Sentiu-se inspirado a “reunir companheiros para partilhar e anunciar ao mundo o amor do Crucificado”. Terminou O RETIRO a 1 de janeiro de 1721. Daí, as datas do Jubileu Passionista: 22 de novembro de 2020 a 1 de janeiro de 2022.

Alguns meses depois, em outubro, Paulo dirige-se para Roma a fim de apresentar as Regras para aprovação do Papa. No entanto, devido à sua aparência, parecia mesmo um mendigo e sem qualquer apresentação oficial, os guardas despacharam-no sumariamente do palácio papal. Vai então procurar refúgio diante da imagem de Nossa Senhora, “Salvação do povo romano”, na Basílica de Santa Maria Maior. Ali, promete fazer e ajudar a gente a fazer Memória da Paixão de Jesus Cristo. Vinte anos mais tarde, experimentará a alegria de ouvir o Papa que diz: “Esta Congregação é a última a nascer, mas deveria ter sido a primeira”.

Paulo da Cruz é, ao mesmo tempo, um místico e um homem de ação, um pregador e um exímio diretor espiritual. Morre em Roma em 1775.

Sobre o Jubileu

Apesar do COVID ter bloqueado ou adiado peregrinações e encontros da Família Passionista, o Jubileu mantém intacto o seu valor de compromisso interior para renovar a própria vida. Na verdade, a graça do Jubileu é possibilitar um recomeço, uma nova oportunidade para uma vida vivida em plenitude e feliz. Se a explosão do COVID-19 nos fez dizer que “nada será como antes”, o Jubileu oferece a força para que “nada seja como antes, porque tudo será renovado a nível pessoal e social, como deseja o Papa Francisco.

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