Voluntariado Passionista envia missionárias para a comunidade de Calumbo, Angola

No passado dia 15 de Maio, o Voluntariado Passionista rumou a Baião para participar na Eucaristia Solene, presidida pelo Bispo D. Manuel Linda, inserida na Festa das Missões da diocese do Porto.

A Celebração teve como propósito Enviar Jovens e Famílias para um tempo de Missão Ad Gentes e, assim, celebrar a alegria e o espírito missionário, verdadeiros pilares na construção de um mundo mais justo e solidário.

À chegada, a alegria que se fazia sentir rapidamente contagiou todos os presentes. Numa Celebração longa, mas em que não se deu pelo correr do tempo, D. Manuel Linda lembrou que a Igreja deve ser missionária, enquanto verdadeira Comunidade de Esperança, com os pés bem assentes na terra. Com estas palavras, quis D. Manuel Linda relembrar que a construção de um mundo melhor começa pelo interior de cada um de nós: pelo Amor que damos ao nosso próximo, mesmo àqueles que não estão à nossa vista.

E foi precisamente este convite de doação ao próximo que tocou o coração das três voluntárias, Solange Oliveira, Joana Gomes e Inês Bastos, que, em Agosto próximo, partirão em Missão para a comunidade Passionista de Calumbo, Angola.

Assim, num dia que foi de grande emoção, espírito de serviço e alegria, o Voluntariado Passionista reforçou aquele que é o propósito do grupo, a Missão Passionista, e sedimentou laços de amizade entre voluntários, na partilha do tempo, das conversas variadas e dos silêncios emocionados.

O cansaço de cerca de 200km feitos para uma celebração cujo conhecimento sobre ela era muito pouco, numa terra que pouco ou nada conhecia, transformou-se em acolhimento. Um acolhimento, um abraço, um colo. Oferecido, genuinamente pelas pessoas presentes, a maior parte desconhecidas, mas que nos acolheram tal como os braços de uma mãe ou de um pai, que nos abraçam calorosamente. (Solange Oliveira)

“Longe da vista, Longe do coração?” Aquilo que não está à nossa frente, aquilo que não vemos, significa que não está a acontecer? Não! A realidade é que, por muito que custe perceber, as desgraças acontecem todos os dias. Devíamos colocar o nosso coração e a nossa mente às disposição e não esquecer que temos responsabilidade na mudança da humanidade. (Joana Gomes)

O compromisso do Envio é, para mim, responder à pergunta: “Quem enviarei?”. Num mundo de desigualdades, em que os dias se vivem na agitação do contrarrelógio, é preciso não deixar nas mãos dos outros a mudança que queremos ver no mundo. Por isso, aqui estou, como tantos outros voluntários e, juntos, respondemos: “Eis-me aqui. Envia-me!” (Inês Bastos)

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